Perfil do Jornalista Brasileiro
  • Pesquisa que investigará perfil do jornalista brasileiro inicia em abril

    “Quantos e quem são os jornalistas brasileiros no começo desta terceira década do século 21?”. Para responder a esta pergunta, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria a outras instituições, dará início a pesquisa “Perfil do Jornalista Brasileiro 2021: características sociodemográficas, políticas, de saúde e do trabalho”.

    A iniciativa busca atualizar os dados de estudo realizado em 2012, que contribuiu para preencher uma lacuna no campo de conhecimento do jornalismo no país, em que até aquele momento, estimar o tamanho da categoria profissional e evidenciar as características gerais dos jornalistas brasileiros era quase adivinhação.

    “A pesquisa pretende aferir as transformações ocorridas no perfil de profissionais do jornalismo, no plano nacional, comparando os novos dados que serão coletados com o estudo pioneiro, realizado há quase 10 anos. Trata-se de uma contribuição ao campo de pesquisa em jornalismo, no país”, observa o professor Samuel Lima (UFSC), coordenador do estudo.

    Com previsão para início da coleta dos dados em abril, por meio de questionário online, a pesquisa buscará estimar a divisão da categoria por gênero, cor-raça, escolaridade, salários, funções e outros estratos sociodemográficos, além de analisar as correlações entre indicadores políticos – como autoidentificação ideológica e taxa de sindicalização – e vetores como formação superior e registro profissional. 

    O estudo conta com a colaboração de pesquisadores de vários estados reunidos na Rede e Estudos sobre Trabalho e Identidade Profissional dos Jornalistas (Retij), no âmbito da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo e com o apoio institucional das seguinte entidades: Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (ABEJ)Associação Brasileira de Imprensa (ABI)Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), Associação Profissão Jornalista (APJor)Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Conta ainda com o apoio, na divulgação e mobilização da rede de respondentes, da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).


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    A pesquisa “Perfil do Jornalista Brasileiro 2021: características sociodemográficas, políticas, de saúde e do trabalho” segue em desenvolvimento e a coleta de dados está prevista para começar em  abril, com a disponibilização do questionário.

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  • Pesquisa investiga perfil do jornalista brasileiro, em 2021

    Você que é jornalista está convidado e convidada a participar, entre o final de abril e começo de junho, da pesquisa “Perfil do Jornalista Brasileiro 2021: características sociodemográficas, políticas, de saúde e do trabalho”, um estudo que pretende atualizar o levantamento de 2012, que foi o mais amplo já feito no país sobre o perfil da profissão. Trata-se de um trabalho coletivo da Rede de Estudos sobre Trabalho e Identidade dos Jornalistas (RETIJ), vinculada à Associação Nacional dos Pesquisadores em Jornalismo (SBPJOR). A organização será dos Programas de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR) e Sociologia e Ciência Política (PPGSP), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

    Os dados da pesquisa de 2012 detalham características demográficas, políticas e de trabalho dos três segmentos principais da categoria: na mídia, fora da mídia e em docência. Portanto, se você se encaixa em qualquer uma das três categorias, suas respostas podem nos ajudar muito. Para fins comparativos, boa parte do questionário de pesquisa será mantido, mas podem haver mudanças e a inclusão de novos blocos de questões.

    A primeira pesquisa foi respondida por 2.731 jornalistas, de todas as Unidades da Federação (estudo por amostragem, com 95% de grau de confiança e margem de erro inferior a 2%). Pudemos observar diversas constatações importantes sobre quem é o jornalista brasileiro, ou melhor, a jornalista brasileira, já que as mulheres são 64% da categoria. Também observamos que apesar da predominância feminina, os homens ainda são a maioria entre os cargos de chefia, e que uma maioria absoluta da categoria, 98%, tem formação superior, entre os quais 91,7% são graduados na área.

    Outros achados valiosos obtidos através das respostas que os jornalistas brasileiros deram foram sobre as áreas de atuação e o nível de sindicalização da categoria. Dentre os jornalistas, 55% atuavam em mídia (veículos de comunicação, produtoras de conteúdo etc.), 40% atuavam fora da mídia, em atividades de assessoria de imprensa, por exemplo, e 5% trabalhavam predominantemente como professores e apenas 25% da categoria eram filiados a sindicatos.

    Além de atualizar esses dados, que têm sido úteis nestes últimos anos a pesquisadores e pesquisadoras do campo de conhecimento do Jornalismo, o estudo atual pretende ir além. O objetivo é contribuir com, pelo menos, três novos temas de enorme importância para a categoria profissional: a precarização do trabalho jornalístico; as condições de saúde laboral; os efeitos das inovações tecnológicas nos saberes e fazeres da profissão.

    O estudo de 2021 conta com o apoio institucional das seguintes entidades: Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Associação Profissão Jornalista (APJor), Associação Nacional de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJOR) e Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (ABEJ). Conta ainda com o apoio, na divulgação e mobilização da rede de respondentes, da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (INTERCOM).